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Título: Contágio, contenção epidemiológica e impacto econômico em redes urbanas: uma abordagem de agentes
Autor(es): Vasconcelos, João Victor Lisbôa de
Orientador(es): Gadelha, Sérgio Ricardo de Brito
Palavras-chave: Contágio;COVID-19;ABM;SIRD;Redes urbanas;Distanciamento social
Citação: VASCONCELOS, João Victor Lisbôa de. Contágio, contenção epidemiológica e impacto econômico em redes urbanas: uma abordagem de agentes. 2023. 66 f. (Mestrado Profissional em Economia) — Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, Brasília, 2022.
Resumo: A partir de um modelo baseado em agentes (ABM) que simula dinâmicas migratórias, epidemiológicas e econômicas na rede urbana da região metropolitana de Goiânia, estudamos o impacto econômico da implementação de medidas restritivas locais contra uma doença semelhante à COVID-19. Introduzimos um fator medo que condiciona dinamicamente as decisões de consumo e oferta de trabalho de cada agente conforme o monitoramento da saúde do seu círculo social próximo. Os resultados mostram que: (1) medidas de contenção em geral impactam negativamente o consumo, a produção e a renda no curto prazo; (2) o impacto econômico líquido destas medidas, considerando seu efeito na redução do medo dos agentes e na diminuição do índice de afastamento da mão de obra, depende do quão proporcionalmente os indivíduos abdicam de interações econômicas em comparação às interações totais após isolamento. Em alguns dos cenários em que tal abdicação é menos do que proporcional, a imposição de medidas restritivas gera resultados positivos em produção, renda e consumo na comparação com o cenário sem restrições de contato. O número de mortes e casos é sempre inversamente proporcional à intensidade do isolamento.
Abstract:Through an agent-based model (ABM) in which migratory, epidemiologic and economic dynamics are simulated in a graph-based representation of the Goiânia Metropolitan Region, we study the economic effects of local anti-contagion policies in response to a COVID-19-like disease. We include agents with dynamic consumption and work-hour supply decisions based on their fear of contagion risk, which is simulated by introducing close social circles monitored for their health by each agent every period. Results show that: (1) Interaction restrictions tend to have negative effects on consumption, production and income within the short-term; (2) the net economic impact of such restrictions, considering the positive effect of these policies on reducing agents’ fears and avoiding sick leaves among the workforce, depends on how much agents reduce economic interactions proportionate to the reduction in total interactions under social distancing. In this sense, the contagion-reducing effects of restrictive policies may cause positive economic effects when compared to scenarios with no such policies. Higher degrees of social distancing reduce deaths and infections in all scenarios.
URI: https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/4205
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