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Título: Integridade da informação nas eleições e plataformas digitais: caminhos para a corregulação
Autor(es): Mendes, Laura Schertel Ferreira (coord.)
Junquilho, Tainá Aguiar (coord.)
Ferreira, Lucia Maria Teixeira (coord.)
Cruz, Francisco Brito (coord.)
Silveira, Marilda de Paula (coord.)
Ponce, Paula Pedigoni (coord.)
Gonçalves, Cacyone Gomes Barbosa (coord.)
Palavras-chave: Eleição;Desinformação;Plataformas digitais;Legislação eleitoral
Editor: Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa de Brasília
Citação: MENDES, Laura Schertel Ferreira; FERREIRA, Lucia Maria Teixeira; JUNQUILHO, Tainá Aguiar; CRUZ, Francisco Brito; SILVEIRA, Marilda de Paula; GONÇALVES, Cacyone Gomes Barbosa; PONCE, Paula Pedigoni (coord.). Integridade da informação nas eleições e plataformas digitais: caminhos para a corregulação. Brasília: Laboratório de Governança e Regulação de Inteligência Artificial (LIA) do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), 2026. E-book. ISBN 978-65-87546-46-9.
Resumo: Seu objetivo é examinar a estrutura e o alcance jurídico dos deveres impostos pela Resolução TSE n.º 23.610/2019 (com as atualizações da Res. n.º 23.732/2024) e propor caminhos concretos para o fortalecimento de um modelo de corregulação eleitoral. Parte-se do reconhecimento de que o enfrentamento da desinformação e da manipulação informacional não pode ser conduzido apenas por instrumentos de enforcement estatal, exigindo arranjos cooperativos entre o poder público, as plataformas digitais e a sociedade civil. Essa perspectiva de governança distribuída traduz a compreensão de que a integridade informacional é um bem jurídico coletivo cuja proteção demanda coordenação institucional e compartilhamento de responsabilidades. Inspirado por marcos internacionais, como o Digital Services Act (DSA) da União Europeia (2022), o Online Safety Act (OSA) do Reino Unido (2023), o modelo brasileiro delineado pela Resolu- ção TSE n.º 23.610/2019 aproxima-se de um paradigma híbrido, em que a autorregulação das plata- formas se submete a parâmetros públicos de integridade, proporcionalidade e transparência. A no- ção de corregulação aqui desenvolvida não se confunde com a transferência de funções regulatórias ao setor privado, mas com a construção de um espaço institucional de colaboração supervisionada, em que a Justiça Eleitoral define os objetivos e limites normativos, e as plataformas operacionalizam os meios técnicos de cumprimento, sob controle e fiscalização pública.
URI: https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/5765
ISBN: 978-65-87546-46-9
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