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dc.contributor.advisorIto, Liliane de Lucena-
dc.contributor.authorCarozzi, Enrique Jose Matute-
dc.date.accessioned2026-05-05T16:15:20Z-
dc.date.available2026-05-05T16:15:20Z-
dc.date.issued2026-05-05-
dc.date.submitted2025-11-27-
dc.identifier.citationCAROZZI, Enrique Jose Matute. Comunicação digital e FOMO: impactos na saúde mental em tempos de hiperconexão. 2026. 150 f. Dissertação (Mestrado acadêmico em Comunicação) - Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/5788-
dc.description.abstractEste estudo busca, por meio de pesquisa bibliográfica e estudos da Teoria da Comunicação, convergente com temas da Psicologia, Neurociências, Filosofia e Sociologia, entender como o ser humano se (de)forma, a partir da ótica da Comunicação, considerando a transição da predominância analógica para a hegemonia digital do algoritmo, por meio de tecnologias que reconfiguram as interações sociais e que podem promover o fenômeno FOMO (Fear of Missing Out), entre outros sentimentos associados que afetam a saúde mental de seus usuários. O FOMO é impulsionado pela ubiquidade e uso compulsivo de smartphones e redes sociais digitais, as quais utilizam ferramentas libidinais imperceptíveis no contexto da plataformização, inerente ao capitalismo imagético superindustrializado, gerando lucros ostensivos às Big Tech. Também realizou-se pesquisa empírica, por instrumento survey, com Escala de FOMO de Przybylski et al. (2013) adaptada por Siquara et al. (2023) para o contexto brasileiro, com 559 respondentes, para entender como o fenômeno influencia nos padrões de comportamento, de consumo de mídias e no bem-estar mental dos usuários. Os resultados 1) confirmam manifestação significativa do sentimento de FOMO a partir de dependência de uso de redes sociais digitais, e sentimentos associados como a ansiedade, provocada pela ausência de smartphone e de Internet; 2) demostram a idade como preditor de vulnerabilidade, no qual o grupo mais jovem apresenta maior suscetibilidade aos indicadores associados ao FOMO e à ansiedade digital, apesar de o grupo mais adulto ser o que permanece por períodos mais longos nas telas, incorporando a tecnologia para multifuncionalidades e; 3) detectou-se a pressão que as mensagens de trabalho provocam nos indivíduos, como manifestação direta da significativa penetração das lógicas capitalistas na esfera privada que afetam a saúde mental. Finalmente, o estudo pretende propor um despertar à conscientização da sociedade sobre o bom uso das tecnologias em prol de qualidade de vida individual (e coletiva), oferecer subsídios para a elaboração de políticas públicas e de mecanismos éticos para o bom uso de tecnologias, assim como provocar insights para novos estudos de Comunicação sobre a relação dinâmica entre Comunicação Digital e Fear of Missing Out.pt_BR
dc.description.abstractThis study aims, through bibliographic research and Communication Theory studies, converging with themes from Psychology, Neurosciences, Philosophy, and Sociology, to understand how the human being is (de)formed from a Communication perspective. This investigation considers the transition from analogue predominance to the digital hegemony of the algorithm, mediated by technologies that reconfigure social interactions and can promote the phenomenon of FOMO (Fear of Missing Out), among other associated sentiments that affect users' mental health. FOMO is driven by the ubiquity and compulsive use of smartphones and digital social networks, which employ subtle libidinal tools within the context of platformisation, inherent to super-industrialised imagistic capitalism, generating massive profits for Big Tech. Empirical research was also conducted using a survey instrument with the FOMO Scale adapted by Siquara et al. (2023) from Przybylski et al. (2013) for the Brazilian context, involving 559 respondents, to understand how the phenomenon influences users' behavioural patterns, media consumption, and mental well-being. The results: 1) confirm a significant manifestation of the feeling of FOMO, stemming from dependence on the use of digital social networks, and associated feelings such as anxiety provoked by the absence of a smartphone or internet access; 2) demonstrate age as a predictor of vulnerability, where the younger group exhibits higher susceptibility to indicators associated with FOMO and digital anxiety, despite the older group being the one that remains on screens for longer periods, incorporating the technology for multifunctionalities; and 3) detected the pressure caused by work messages on individuals, as a direct manifestation of the significant penetration of capitalist logics into the private sphere that affects mental health. Finally, the study intends to promote a wake-up call for society's awareness regarding the proper use of technologies in favour of individual (and collective) quality of life, offer subsidies for the elaboration of public policies and ethical mechanisms for the appropriate use of technologies, as well as provoke insights for new Communication studies on the dynamic relationship between Digital Communication and Fear of Missing Outpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisapt_BR
dc.rightsOpen Accesspt_BR
dc.subjectRede social na Internetpt_BR
dc.subjectSociologia da comunicaçãopt_BR
dc.subjectPsicologia da comunicaçãopt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.titleComunicação digital e FOMO: impactos na saúde mental em tempos de hiperconexãopt_BR
dc.typeTese de mestradopt_BR
dc.location.countryBRApt_BR
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