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https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/2922
Registro completo de metadados
Campo DC | Valor | Idioma |
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dc.contributor.advisor | Robl Filho, Ilton Norberto | - |
dc.contributor.author | Santana, Felipe Augusto Viégas Alves e | - |
dc.date.accessioned | 2021-02-19T13:36:06Z | - |
dc.date.available | 2021-02-19T13:36:06Z | - |
dc.date.issued | 2021-02 | - |
dc.date.submitted | 2019 | - |
dc.identifier.citation | SANTANA, Felipe Augusto Viégas Alves e. Reformas estruturais e o estado de coisas inconstitucional. 2019. 195 f. Dissertação (Mestrado em Direito Constitucional) – Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, Brasília, 2021. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/2922 | - |
dc.description.abstract | Pretende-se neste trabalho analisar o modo de atuação das Cortes Constitucionais no enfrentamento de problemas estruturais. Nesse contexto, a partir dos resultados práticos obtidos na jurisprudência comparada (Estados Unidos, Argentina, Colômbia e Peru), é examinado o grau de efetividade do reconhecimento do estado de coisas inconstitucional - ECI pelo STF, tanto na ADPF nº 347/DF (que trata do sistema carcerário brasileiro), quanto nos vindouros processos estruturais que baterão à porta do Supremo. Como forma de subsidiar a crítica sobre a aplicabilidade do ECI no sistema jurídico brasileiro, traz-se um estudo analítico da structural reform (norteamericana) e do desenvolvimento do ECI na Corte Constitucional colombiana. Por se relacionar à cogente necessidade de remoção de estruturas burocráticas (que impedem a concretização de direitos fundamentais), o trabalho submerge em temas vitais dos processos estruturais, os quais possibilitam ao STF lançar mão do reconhecimento do ECI no Brasil: a constitucionalização de direitos fundamentais na CF/88, a aplicabilidade dos direitos fundamentais, as omissões inconstitucionais e a imperiosa necessidade de correção das falhas estruturais. Não obstante, para fins de garantir a extrapolação de competências institucionais, busca-se igualmente enfrentar os limites da jurisdição constitucional, o que se faz despido de préconceitos sobre o ativismo judicial e a separação dos poderes. Em adição, as discussões sobre o papel contramajoritário do Poder Judiciário e salvaguarda da legitimidade democrática trazem importantes balizas metodológicas para a definição do escopo de atuação de cada Poder quando da implementação dos remédios estruturais. Levando-se em consideração os pontos favoráveis e desfavoráveis ao reconhecimento do estado de coisas - demonstrados a partir dos resultados materiais obtidos no direito comparado-, faz-se uma projeção das possíveis implicações do reconhecimento do ECI pelo STF, com a concomitante sugestão de métodos e procedimentos que, se utilizados nas decisões estruturais, podem conferir maior efetividade à concretização de direitos fundamentais. | pt_BR |
dc.language.iso | por | pt_BR |
dc.publisher | IDP/EAB | pt_BR |
dc.rights | Open Access | pt_BR |
dc.subject | Processos estruturais | pt_BR |
dc.subject | Estado de coisas inconstitucional | pt_BR |
dc.subject | Jurisdição constitucional | pt_BR |
dc.subject | Direitos fundamentais | pt_BR |
dc.subject | Omissões inconstitucionais | pt_BR |
dc.subject | ADPF nº 347/DF | pt_BR |
dc.title | Reformas estruturais e o estado de coisas inconstitucional | pt_BR |
dc.type | Tese de mestrado | pt_BR |
dc.location.country | BRA | pt_BR |
Aparece nas coleções: | Mestrado Acadêmico em Direito Constitucional |
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Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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